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Um filme sem pretensão, caso seja possível nenhuma pretensão numa obra intitulada Love Story, baseada no livro homônimo de Erich Segal. Porque é isso e tão isso apenas: outra história de amor, como são todas as histórias de amor, seja no universo de reis ou rainhas, na cosmogonia trágico-romântica de deuses e deusas, ou no dia-a-dia da cidade – Paris prestes a ser invadida pelos alemães, por exemplo. Conhecemos Oliver (Ryan O’Neal) e Jennifer (Ali MacGraw), ou então, nos lembramos de qualquer aventura similar, situação “dejavista” dos amores idos e vividos. Para o diretor Arthur Hiller, Love Story é um diário de intimidades. É uma poesia ou canção, tanto nas horas certas quanto nas erradas. É um boêmio solitário num bar sem saída. É o sonho que acabou: pensamento tergiversante de tudo aquilo que poderia ter sido.

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