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A igualdade é o ponto nevrálgico desta obra de Zygmunt Bauman que destaca ainda a possibilidade de consumir cultura sem elitismos, mas de forma profundamente empática. N’A Cultura no Mundo Líquido Moderno, por sinal, está o alerta supremo de nossa época: o processo cultural nunca é por si ou para si, mas necessária ao entendimento do outro, à descoberta de si mesmo porque sou um, todos que me antecederam e, ainda, aqueles que me são contemporâneos. Casulos culturais devem ser implodidos até que se transformem em pura liquidez. Apropriação cultural é a maior falácia dos falsos moralistas justamente porque não terminamos em nós mesmos.

bauman

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